Será que existe amor à primeira vista?
Será que existe
amor à primeira vista? Eu sei que querem que eu responda imediatamente “sim,
ela existe” ou se “não, ela não existe”, mas no momento não irei responder essa
pergunta. Na verdade, vou deixar que o texto a responda. Por hora vou te fazer
refletir sobre o assunto: Você já pensou sobre esse assunto?
Leia o texto abaixo
com bastante atenção e procure entender neste texto a diferença entre o Amor, a
Paixão, a Atração e outros sentimentos que permeiam os nossos corações.
“Apesar de algumas pessoas discordarem de mim, o amor à primeira vista é
uma impossibilidade física e emocional”. Por que o amor não é simplesmente um
sentimento de excitação romântica; vai além da atração sexual. Essas emoções que são geradas à primeira
vista, mas elas não constituem o amor. Esses sentimentos temporários diferem do
amor pelo fato de estarem centrados naquele que os experimenta ou sente.
Como se vê, estas emoções são egoístas,
no sentido de que são motivadas pela nossa própria gratificação. Elas têm pouco
a ver com o novo ser amado. Tal pessoa não caiu de amores por outra pessoa; ela
caiu de amores pelo amor! E há uma enorme diferença entre as duas coisas.
A ideia de casamento baseado no afeto romântico é um desenvolvimento
muito recente nas relações humanas, Antes do ano 1200, os casamentos eram
acertados pelas famílias do noivo e da noiva, e nunca ocorreu a alguém que eles
deveriam “cair de amor”. Na realidade, o conceito de amor romântico foi
popularizado por William Shakespeare. Há momentos em que gostaria que o velho
poeta estivesse aqui para nos ajudar a desfazer toda essa confusão que ele
mesmo começou.
Amor verdadeiro, em contraste com as noções populares, é uma extensão da
mais profunda apreciação por um outro ser humano; é uma intensa consciência das
necessidades e desejos dele ou dela no passado, presente e futuro. É
desprendido, generoso e cuidadoso. E creiam-me que estas não são atitudes em
que alguém venha a “cair” à primeira vista, como se estivesse escorregando
dentro de uma vala.
O amor de vida inteira pela esposa(o) por exemplo, não e algo em que “caí
no coração do nada”. Esse amor amadurece – e o processo leva tempo. Se conhece a pessoa
e vai se familiarizado com a
personalidade da mesma(o). A familiaridade da qual floresce o amor não poderia
ser gerada simplesmente “num crepúsculo encantado... em meio as um salão
superlotado”, como diria qualquer canção. Não se pode amar um objeto
desconhecido, por mais que seja atraente, sexy ou nobre!”
texto adaptado do blog: Jovem cristão


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